Checagens dos dados

O que o dado aguenta, o que ele não diz, e onde ele surpreende o modelo. ← painel · método

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Desvio estatístico não é evidência de irregularidade. Esta página existe para mostrar que os números publicados pelo TSE são coerentes entre si, explicar por que alguns testes famosos não servem para urnas, e apontar onde o resultado de uma seção foge do que o modelo esperava — com as causas comuns ao lado. Uma urna "atípica" aqui é uma urna que o modelo não previu bem, e quase sempre o motivo é o lugar: uma aldeia, um presídio, uma seção no exterior, uma seção com poucos eleitores. A integridade de cada boletim se verifica pela assinatura digital do TSE, não por estatística.

1. Os números fecham? DADO

2. Assinatura digital de cada boletim AINDA NÃO FEITA

Cada boletim de urna sai assinado digitalmente pela própria urna, e o TSE publica o código que confere a assinatura. É a checagem de integridade que existe de fato. Esta página prometia rodá-la em 2026 numa amostra das urnas, e isso não foi feito: os boletins de 2026 foram baixados (todos, depois da apuração), mas a verificação precisa da especificação do arquivo de assinaturas e do verificador oficial do TSE, que este projeto não integrou. Para 2022 ela não dá mais para refazer aqui: o ambiente de resultados de 2022 saiu do ar em 28/09/2026. Quem quiser conferir uma urna pode usar as ferramentas do próprio TSE.

3. Lei de Benford: por que ela não serve para urnas LIÇÃO

A lei diz que, em muitos conjuntos de números que se espalham por várias ordens de grandeza, o primeiro dígito é 1 em 30% das vezes, 2 em 18%, e assim por diante. Ela virou "teste de fraude" em redes sociais. Os mesmos dados — que conferem voto a voto com o total oficial — em três recortes:

4. Urnas que surpreendem o modelo MEDIDO

As 40 seções mais afastadas do esperado